A PsiQuantum assinou um acordo de US$ 125 milhões com a agência de pesquisa do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. É o maior contrato governamental americano já recebido pela startup e amplia uma avaliação iniciada com um acordo de US$ 31,8 milhões em 2025.
O trabalho integra a Quantum Benchmarking Initiative da DARPA, criada para separar promessas de resultados verificáveis. O programa pretende determinar se é tecnicamente possível construir até 2033 uma máquina quântica capaz de resolver problemas com utilidade industrial, e não apenas demonstrar experimentos de laboratório.
A PsiQuantum aposta em fotônica, usando partículas de luz e técnicas próximas às empregadas em redes de fibra óptica. Seus chips são fabricados pela GlobalFoundries em Nova York. A empresa prevê colocar sua primeira máquina em escala comercial em operação por volta de 2030.
O contrato evidencia uma mudança importante no setor: investidores e governos estão cobrando métricas de engenharia, tolerância a falhas e cronogramas reproduzíveis. Para computação quântica, avançar significa demonstrar sistemas completos, incluindo controle, correção de erros, fabricação e software, não apenas aumentar uma contagem isolada de qubits.
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